O Rodízio SP acontece de segunda a sexta-feira, de 7h às 10h e de 17h às 20h. Placas final 1 e 2 na segunda, 3 e 4 na terça, 5 e 6 na quarta, 7 e 8 na quinta e 9 e 0 na sexta.
Rodízio SP e a tabela atualizada completa para hoje, fevereiro de 2025. Confira agora como funciona o rodízio SP, os dias e horários de aplicação, como ficar isento, além de dicas para evitar multas por desrespeitar o rodízio de veículos de São Paulo.
Final da Placa Dia sem circular Horários 1 e 2 Segunda-feira Das 7h às 10h e das 17h às 20h 3 e 4 Terça-feira Das 7h às 10h e das 17h às 20h 5 e 6 Quarta-feira Das 7h às 10h e das 17h às 20h 7 e 8 Quinta-feira Das 7h às 10h e das 17h às 20h 9 e 0 Sexta-feira Das 7h às 10h e das 17h às 20h
No entanto, os veículos pesados, como caminhões, continuarão a ter a circulação restrita nas Zonas de Máxima Restrição à Circulação de Caminhões (ZMRC) e de Máxima Restrição ao Fretamento (ZMRF). É importante ressaltar que o sistema do rodízio SP não é aplicado em todas as ruas da cidade. Ele acontece apenas na região denominada Centro Expandido da cidade, sendo delimitada por avenidas e marginais do Minianel Viário.
Principais vias que fazem parte da zona de rodízio em São Paulo:
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*Resposta rápida no horário comercial. Se preferir, descreva seu veículo e sua cidade na primeira mensagem.
- Marginal do Rio Tietê, na extensão entre Avenida Salim Farah Maluf e Marginal do Rio Pinheiros;
- Marginal do Rio Pinheiros, da Marginal do Rio Tietê até a Avenida dos Bandeirantes;
- Avenida Professor Luís Ignácio de Anhaia Melo, no percurso entre Viaduto Grande São Paulo e Avenida Salim Farah Maluf.
- Toda a Avenida dos Bandeirantes;
- Toda a Avenida Afonso D’Escragnolle Taunay;
- Todo o Complexo Viário Maria Maluf;
- Toda a Avenida Presidente Tancredo Neves;
- Toda a Avenida das Juntas Provisórias;
- Todo o Viaduto Grande São Paulo.
O número de automóveis que circula pelas cidades, atualmente, é bastante grande, principalmente nas cidades maiores, com mais habitantes. Apenas na cidade de São Paulo, o número de veículos ultrapassa 9 milhões, segundo levantamento do DETRAN (Departamento Estadual de Trânsito) paulista.
Para chegar a esses números exorbitantes, não houve, no entanto, uma preparação dos centros urbanos para receberem e suportarem tantos carros, motos, caminhões etc.