Proteção Veicular

Motos mais roubadas em SP

O roubo ou furto de motos pode ter diferentes finalidades. Em alguns casos, a moto é levada para desmanche e venda de peças. Em outros, é usada em novos crimes, clonagem, adulteração de chassi ou revenda irregular.

As motos mais roubadas em SP costumam ser modelos populares, de alta circulação e com grande procura por peças, como Honda CG 160, Honda CG 150, Yamaha Fazer 250, Yamaha XTZ 250, Honda XRE 300, Honda PCX 150, Honda Bros e Yamaha NMAX. Esses modelos aparecem com frequência entre os mais visados porque são muito usados no dia a dia, têm fácil revenda de componentes e circulam intensamente em regiões urbanas, especialmente na capital paulista e na Grande São Paulo.

Por que algumas motos são mais roubadas em São Paulo

São Paulo concentra uma das maiores frotas de motocicletas do Brasil. A moto é usada para trabalho, deslocamento diário, entregas por aplicativo, serviços de motoboy e transporte particular. Quanto maior a presença de um modelo nas ruas, maior também tende a ser sua exposição ao risco.

Modelos como a Honda CG, por exemplo, são extremamente populares. Elas são econômicas, resistentes, têm manutenção acessível e são muito utilizadas por trabalhadores que dependem da moto diariamente. Essa popularidade, porém, também aumenta o interesse de criminosos.

O roubo ou furto de motos pode ter diferentes finalidades. Em alguns casos, a moto é levada para desmanche e venda de peças. Em outros, é usada em novos crimes, clonagem, adulteração de chassi ou revenda irregular. Por isso, os modelos com peças mais procuradas acabam sendo mais visados.

Diferença entre roubo e furto de moto

Antes de analisar o ranking, é importante entender a diferença entre roubo e furto.

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O furto acontece quando a moto é levada sem contato direto com o proprietário. É o caso de uma motocicleta estacionada na rua, em uma vaga pública, em frente ao trabalho ou próximo de casa, e que desaparece sem abordagem.

O roubo acontece quando há ameaça, violência ou intimidação. É o caso de o motociclista ser abordado em um semáforo, em uma via pública, na chegada em casa ou durante uma entrega.

Essa diferença é importante porque os riscos são diferentes. No furto, o problema geralmente está ligado à exposição da moto parada em locais vulneráveis. No roubo, o risco está relacionado ao trajeto, horário, região e abordagem direta ao condutor.

Ranking das motos mais roubadas e furtadas em SP

Embora os números possam variar conforme o período analisado, os modelos que mais aparecem entre as motos mais roubadas e furtadas em São Paulo são:

  • Honda CG 160
  • Honda CG 150
  • Yamaha Fazer 250
  • Yamaha XTZ 250
  • Honda XRE 300
  • Honda PCX 150
  • Honda CBX 250 Twister
  • Honda CG 125
  • Honda NXR 160 Bros
  • Yamaha NMAX 160
  • Esse ranking mostra uma característica clara: motos urbanas, econômicas e de grande circulação dominam as ocorrências. Não são necessariamente as motos mais caras que lideram os roubos, mas sim as mais comuns, úteis e fáceis de revender em partes.

    Honda CG 160

    A Honda CG 160 costuma aparecer no topo dos rankings de motos mais roubadas em São Paulo. Isso acontece porque ela é uma das motos mais vendidas e utilizadas no Brasil.

    É uma moto muito presente entre entregadores, trabalhadores autônomos, empresas de entrega e pessoas que usam o veículo como principal meio de transporte. Como há muitas unidades circulando, também há grande demanda por peças.

    Peças como rodas, faróis, carenagens, motor, escapamento, painel, retrovisores e componentes mecânicos podem ser vendidas ilegalmente com facilidade. Essa procura faz com que a CG 160 seja muito atrativa para criminosos.

    Honda CG 150

    A Honda CG 150 também está entre os modelos mais visados. Mesmo não sendo mais uma versão tão recente quanto a CG 160, ainda existe uma grande quantidade dessas motos em circulação.

    Muitos proprietários usam a CG 150 para trabalho, entregas e deslocamento diário. Além disso, por ser um modelo com manutenção simples, há grande mercado de peças usadas.

    O problema é que parte desse mercado pode ser abastecida por peças de origem ilícita. Isso aumenta o risco de furto e roubo, especialmente em áreas onde há maior atuação de desmanches clandestinos.

    Yamaha Fazer 250

    A Yamaha Fazer 250 aparece com frequência entre as motos mais roubadas em SP porque combina valor de mercado, boa aceitação e grande presença nas ruas.

    É uma moto usada tanto para deslocamento urbano quanto para viagens curtas e trabalho. Seu motor mais forte em comparação com motos de baixa cilindrada também aumenta o interesse de criminosos.

    Além disso, a Fazer 250 tem boa liquidez. Isso significa que peças e componentes têm procura constante, o que aumenta seu risco em grandes centros urbanos como São Paulo.

    Yamaha XTZ 250

    A Yamaha XTZ 250 é outro modelo muito visado. Por ser uma moto versátil, com estilo trail, suspensão mais alta e boa resistência, ela é bastante usada por quem precisa enfrentar ruas ruins, trânsito intenso e trajetos variados.

    Esse tipo de moto também desperta interesse porque pode ser usado em diferentes situações, inclusive em áreas periféricas, vias de terra, regiões urbanas e estradas.

    A procura por peças e a valorização do modelo contribuem para que a XTZ 250 esteja entre as motos mais roubadas e furtadas em São Paulo.

    Honda XRE 300

    A Honda XRE 300 é uma das motos mais desejadas da categoria trail. Ela tem bom desempenho, porte maior e valor de mercado mais elevado do que modelos populares de baixa cilindrada.

    Por isso, costuma chamar atenção tanto de consumidores quanto de criminosos. A XRE 300 pode ser alvo para revenda irregular, adulteração ou desmanche.

    Como é uma moto muito usada por quem busca conforto, potência e versatilidade, sua circulação é grande em São Paulo. Essa presença constante nas ruas aumenta a exposição ao risco.

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    Honda PCX 150

    A Honda PCX 150 é uma scooter bastante popular nas grandes cidades. Ela é valorizada por sua praticidade, economia, conforto e facilidade de uso no trânsito.

    Por ter boa aceitação no mercado, também se torna visada. Scooters como a PCX são comuns em bairros comerciais, estacionamentos, regiões centrais e áreas residenciais.

    O furto pode acontecer principalmente quando a moto fica estacionada em via pública por longos períodos. Por isso, o proprietário deve redobrar a atenção com travas, alarmes e locais de estacionamento.

    Honda CBX 250 Twister

    A Honda CBX 250 Twister, apesar de ser um modelo mais antigo, ainda possui grande presença nas ruas e mercado ativo de peças.

    Motos mais antigas também podem ser alvo porque muitos proprietários buscam peças de reposição com preço mais acessível. Quando há demanda por componentes usados, cresce também o risco de desmanche ilegal.

    A Twister é uma moto conhecida, resistente e com boa aceitação, o que explica sua presença em rankings de roubos e furtos.

    Honda CG 125

    A Honda CG 125 é outro modelo tradicional e muito comum. Por muitos anos, foi uma das motos mais vendidas do país, e ainda há grande quantidade em circulação.

    Mesmo tendo menor valor de mercado, ela continua sendo visada porque suas peças têm saída e sua manutenção é simples. Além disso, pode ser usada em atividades criminosas por ser discreta, econômica e fácil de pilotar.

    O baixo valor individual da moto não elimina o risco. Em muitos casos, justamente por ser comum, a CG 125 pode ser furtada com facilidade em locais de grande circulação.

    Honda NXR 160 Bros

    A Honda Bros é bastante usada em São Paulo por quem precisa de uma moto robusta, confortável e adequada para diferentes tipos de vias.

    Sua suspensão elevada e posição de pilotagem favorecem o uso urbano e em regiões com asfalto irregular. Isso torna o modelo muito popular entre trabalhadores e usuários diários.

    Como acontece com outros modelos Honda, a grande circulação e a procura por peças aumentam o risco de roubo e furto.

    Yamaha NMAX 160

    A Yamaha NMAX 160 é uma scooter moderna, confortável e valorizada. Ela disputa espaço com a Honda PCX e atrai consumidores que buscam praticidade no trânsito urbano.

    Por ter valor de mercado mais alto entre scooters urbanas, também chama a atenção de criminosos. O furto pode ocorrer em estacionamentos, ruas residenciais, regiões comerciais e locais com pouca vigilância.

    Para proprietários de scooters, a Proteção Veicular se torna especialmente importante, pois o custo de reposição de peças pode ser elevado.

    Por que motos populares são mais visadas do que motos de luxo

    Muitas pessoas imaginam que os criminosos preferem motos caras, esportivas ou de alta cilindrada. Embora esses modelos também sejam roubados, as motos populares costumam liderar os rankings por um motivo simples: existe mais demanda.

    Uma moto muito comum tem peças mais fáceis de vender. Além disso, criminosos podem usar modelos populares sem chamar tanta atenção. Uma CG circulando em São Paulo passa despercebida com facilidade, enquanto uma moto esportiva pode ser mais notada.

    Outro ponto é o volume. Como existem muito mais motos populares nas ruas, as oportunidades de furto e roubo também são maiores.

    Regiões de maior risco em São Paulo

    O risco de roubo e furto de motos em São Paulo pode variar conforme a região, o horário e o tipo de circulação.

    Áreas com grande fluxo de veículos, vias de acesso rápido, regiões comerciais, bairros com muitos estacionamentos de rua e locais com pouca iluminação tendem a apresentar maior vulnerabilidade.

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    A capital paulista concentra grande parte das ocorrências, mas cidades da Grande São Paulo também exigem atenção. Regiões como Guarulhos, Osasco, Santo André, São Bernardo do Campo, Diadema e outras áreas metropolitanas costumam ter circulação intensa de motos e maior exposição ao risco.

    Horários em que o risco costuma ser maior

    Os roubos podem acontecer em qualquer horário, mas alguns períodos exigem mais cuidado.

    No início da manhã, muitos motociclistas saem para trabalhar e podem ser abordados em vias menos movimentadas. No fim da tarde e à noite, o trânsito intenso, a menor visibilidade e o retorno para casa aumentam a vulnerabilidade.

    Já os furtos costumam ocorrer quando a moto fica estacionada por longos períodos em locais públicos. Isso pode acontecer durante o expediente, em universidades, academias, centros comerciais, bares, restaurantes e ruas residenciais.

    Como reduzir o risco de roubo ou furto de moto

    Não existe forma de eliminar completamente o risco, mas algumas medidas ajudam a dificultar a ação criminosa.

    Estacionar em locais movimentados e iluminados é uma das primeiras atitudes. Sempre que possível, prefira estacionamentos fechados ou com vigilância.

    O uso de trava de disco, corrente, alarme, rastreador e bloqueador também pode ajudar. Esses itens não tornam a moto invulnerável, mas aumentam o tempo e a dificuldade para o criminoso.

    Evitar rotinas previsíveis também é importante. Quem passa sempre pelo mesmo trajeto, no mesmo horário e estaciona no mesmo local pode se tornar alvo mais fácil.

    Cuidados ao comprar peças usadas

    O roubo e furto de motos está diretamente ligado ao mercado ilegal de peças. Por isso, o consumidor também tem um papel importante.

    Ao comprar peças usadas, é fundamental verificar a procedência. Preços muito abaixo do mercado, ausência de nota fiscal e vendedores sem identificação devem acender um alerta.

    Comprar peças de origem duvidosa alimenta o ciclo de roubos e furtos. Além disso, o comprador pode ter problemas legais se adquirir produto de origem ilícita.

    A importância da Proteção Veicular para motos em SP

    Para quem possui uma moto em São Paulo, especialmente um dos modelos mais visados, contar com Proteção Veicular é uma decisão estratégica.

    A moto muitas vezes é instrumento de trabalho. Para entregadores, motoboys, autônomos e profissionais que dependem do veículo, ficar sem a moto pode significar perda de renda imediata.

    A Proteção Veicular ajuda a reduzir o impacto financeiro em caso de roubo, furto, colisão e outros eventos previstos no contrato. Em vez de arcar sozinho com o prejuízo, o proprietário conta com uma estrutura de amparo.

    Proteção Veicular para motos populares

    Motos populares, como CG, Fazer, Bros e scooters urbanas, precisam de atenção especial porque estão entre as mais visadas.

    Muitos proprietários deixam de contratar proteção por acharem que o valor da moto não compensa. Esse é um erro comum. Mesmo motos de menor valor representam um investimento importante, principalmente para quem usa o veículo para trabalhar.

    Além disso, o custo de reposição de uma moto roubada pode comprometer o orçamento familiar. A Proteção Veicular funciona como uma camada de segurança financeira.

    Proteção Veicular para motos elétricas

    Embora o tema das motos mais roubadas em SP envolva principalmente modelos a combustão, as motos elétricas também merecem atenção.

    Com o crescimento da mobilidade elétrica, scooters e motos elétricas começam a circular mais nas cidades. Esses veículos têm componentes específicos, como bateria, controlador, motor elétrico e carregador, que podem ter custo elevado.

    Mesmo que alguns modelos elétricos ainda não estejam entre os mais roubados, o proprietário deve considerar a Proteção Veicular, especialmente porque a reposição de peças pode ser mais cara ou demorada.

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    O que avaliar antes de contratar proteção para moto

    Antes de contratar Proteção Veicular, o proprietário deve avaliar quais coberturas estão incluídas.

    É importante verificar se há proteção contra roubo, furto, colisão, perda total, danos a terceiros, assistência 24 horas, guincho, chaveiro e suporte em caso de pane.

    Também é essencial entender as regras de participação, prazos, documentos exigidos e condições para indenização. Ler o regulamento com atenção evita surpresas no momento em que mais se precisa do serviço.

    Seguro auto ou Proteção Veicular para moto

    Seguro e Proteção Veicular não são a mesma coisa. O seguro tradicional é oferecido por seguradoras reguladas e costuma ter apólice, perfil de risco e prêmio definido. Já a Proteção Veicular é normalmente oferecida por associações ou cooperativas, com funcionamento baseado em rateio ou mensalidade associativa.

    Ambas as opções podem ter vantagens, dependendo do perfil do motociclista, valor da moto, região de circulação e orçamento disponível.

    Para motos mais visadas em SP, o importante é não ficar desprotegido. O proprietário deve comparar condições, coberturas, atendimento, reputação da empresa e custo-benefício.

    O impacto do roubo de moto para quem trabalha

    Para muitas pessoas, a moto não é apenas um meio de transporte. Ela é a principal ferramenta de trabalho.

    Um entregador que tem a moto roubada pode perder sua renda de um dia para o outro. Um motoboy pode deixar de atender clientes. Um trabalhador que depende da moto para chegar ao emprego pode ter custos adicionais com transporte.

    Por isso, a análise não deve considerar apenas o valor da moto. Também é preciso pensar no impacto indireto da perda do veículo.

    Como agir se a moto for roubada ou furtada

    Se a moto for roubada ou furtada, o primeiro passo é preservar a segurança. Em caso de abordagem, nunca reaja. A vida vale mais do que qualquer veículo.

    Depois, é importante registrar o boletim de ocorrência o quanto antes. Esse documento será necessário para comunicar a Proteção Veicular, seguradora, órgãos de trânsito e eventuais sistemas de rastreamento.

    Se a moto tiver rastreador, o proprietário deve acionar imediatamente a central responsável. Quanto mais rápida for a comunicação, maiores podem ser as chances de recuperação.

    Perguntas e respostas sobre motos mais roubadas em SP

    Qual é a moto mais roubada em São Paulo?

    A Honda CG 160 costuma aparecer entre as motos mais roubadas em São Paulo, principalmente por ser muito popular, ter grande circulação e possuir peças com alta demanda no mercado.

    Por que a Honda CG é tão visada?

    Porque é uma das motos mais vendidas e usadas no Brasil. Ela tem muitas peças procuradas, manutenção simples e grande presença nas ruas, o que facilita a ação criminosa.

    Scooter também é roubada em SP?

    Sim. Modelos como Honda PCX e Yamaha NMAX também aparecem entre os mais visados, especialmente por terem bom valor de mercado e peças mais caras.

    Moto elétrica pode ser roubada?

    Sim. Embora ainda não apareça com tanta força nos rankings quanto modelos populares a combustão, a moto elétrica também pode ser alvo de roubo ou furto, principalmente por causa do valor da bateria e dos componentes eletrônicos.

    Sim. Mesmo uma moto popular pode representar um grande prejuízo em caso de roubo ou furto, especialmente para quem depende dela para trabalhar.

    O que mais ajuda a evitar furto de moto?

    Travas, alarmes, rastreador, estacionamento seguro, locais iluminados e evitar deixar a moto por muito tempo em vias públicas ajudam a reduzir o risco.

    Roubo e furto são a mesma coisa?

    Não. Furto acontece sem abordagem direta ao proprietário. Roubo envolve ameaça, violência ou intimidação.

    Qual região de SP tem mais risco?

    A capital paulista concentra muitas ocorrências, mas cidades da Grande São Paulo também exigem atenção. O risco varia conforme bairro, horário, fluxo de veículos e condições de segurança.

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    Conclusão

    As motos mais roubadas em SP são, em grande parte, modelos populares, econômicos e muito presentes no dia a dia dos paulistas. Honda CG 160, CG 150, Yamaha Fazer 250, Yamaha XTZ 250, Honda XRE 300, PCX, Bros e NMAX estão entre os modelos que merecem atenção redobrada.

    O principal motivo não é apenas o valor da moto, mas a combinação de alta circulação, facilidade de revenda, procura por peças e uso intenso em atividades urbanas. Quanto mais comum e útil é o modelo, maior tende a ser sua exposição ao risco.

    Para o motociclista, a melhor estratégia é combinar prevenção com proteção financeira. Usar travas, rastreadores, alarmes e estacionar em locais seguros ajuda a reduzir as chances de furto. Porém, contar com Proteção Veicular ou seguro é essencial para evitar que um roubo se transforme em prejuízo irreversível.

    Em uma cidade como São Paulo, onde a moto é ferramenta de trabalho, meio de transporte e parte da rotina de milhares de pessoas, proteger o veículo é também proteger a própria renda, mobilidade e tranquilidade.

    Hugo Jordão

    Hugo Jordão

    Empresário e comunicador atuante no mercado de proteção veicular no Brasil. Produz conteúdo prático e direto sobre associações, direitos do consumidor, sinistros e tudo que envolve a proteção do seu patrimônio sobre rodas.

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